Um dos maiores desafios da Indústria
do Filme Adulto sempre foi a beleza de suas estrelas. Era muito difícil atrair
mulheres extremamente bonitas para estrelar este tipo de produção. Durante os
Anos 1960 e 1970, a imensa maioria das starlets do gênero eram mulheres gostosas,
voluptuosas, mas não faziam o gênero “The Girl Next Door”. Eram sempre Deusas
do Sexo, criaturas fodedoras com cara de puta como Vanessa Del Rio e tantas
outras vixens que habitavam o imaginário dos punheteiros que frequentavam as
salas especiais de cinema antes do advento do Home Video. Lugar de mulher muito
bonita não era, definitivamente, naqueles filmes hardcore, e sim em produções
eróticas softcore, sem sexo explícito e closes ginecológicos.
Até que, pouco a pouco, isso começou
a mudar. Deidre Holland e Ginger Lynn talvez tenham sido as primeiras estrelas
de filmes XXX com uma beleza fora do comum, e isso mudou rapidamente a cara do
mercado. E então, beleza passou a ser pré-requisito para as novas pretendentes
a starlets para protagonizar filmes do gênero – que, por sua vez, passaram a
ser disputadas a tapa pelas produtoras, com contratos de exclusividade bastante
polpudos, às vezes até milionários.
Deidre Holland é
ainda hoje considerada uma das mulheres mais bonitas a estrelar filmes hardcore. Nascida com o nome Marine Helene Smi, ela teve sua primeira experiência na Austrália em filmes eróticos
softcore, até mudar de mala e cuia para Los Angeles para ingressar na emergente Indústria do Filme Adulto.
Deidre era tudo que os produtores da California procuravam incansavelmente. Tinha um corpo perfeito, era completamente confiante e natural diante das câmersa, e contracenava com seus parceiros nas cenas com uma naturalidade e um
fogo no rabo impressionantes e admiráveis. Seu sotaque holandês charmoso, seu olhar
erótico e sua nonchalance sexual fizeram dela uma estrela imediata, e também uma das maiores estrelas da
História da Indústria do Filme Adulto.
Entre 1989 e 1996 Diedre reinou absoluta na cena XXX, ao lado de Ginger Lynn e Amber Lynn. E quando os convites para produções começaram a rarear, ela não hesitou em anunciar sua aposentadoria e se mudar de volta para a Europa, onde participou de algumas produções não-pornográficas e achou um jeito de refezer sua vida. Casou-se com um dentista, teve dois filhos (hoje já adultos) e vive de glórias passadas. Merecidamente.
Diedre Holland, ao contrário da imensa maioria de atrizes XXX de sua geração, conseguiu a proeza de encerrar sua carreira com absoluta dignidade. Sua obra permanece em websites vintage, encantando fãs do passado e novos adeptos do gênero, que sempre tiveram curiosidade para saber como mamãe e vovó funcionavam na cama quando jovens. (Manuel Mann)
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